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Como investir no Tesouro Direto: um guia para o investidor

Quer evitar deixar o seu dinheiro parado e ainda lucrar? Entenda o que é e como investir no Tesouro Direto. Aliando segurança com rentabilidade, esse tipo de aplicação tem conquistado os brasileiros.

Com a Selic, taxa básica de juros, em queda nos últimos anos e a recente baixa para 3%, o Tesouro Direto tem substituído a tradicional caderneta de poupança.

Apesar de ter várias características que agradam os investidores iniciantes, antes de comprometer a sua renda com esse investimento, venha entender o que é Tesouro Direto e para qual perfil de investidor ele é mais adequado.

O que significa investir no Tesouro Direto?

Assim como a poupança, o Tesouro Direto é um tipo de investimento classificado como de renda fixa. Isso quer dizer que as taxas de juros já são conhecidas na hora de começar a aplicar, o que o torna um dos investimentos mais seguros.

Mas, afinal, o que é e como investir no Tesouro Direto? Ele é um título público emitido pelo Tesouro Nacional, órgão do governo federal, que comprova um “empréstimo” de capital por parte do investidor ao governo.

Esse é um tipo de aplicação a longo prazo. Isso quer dizer que você pode investir no site do Tesouro Direto, mas só terá acesso aos rendimentos anos depois. Sendo assim, se o seu objetivo é ter lucro rápido, é melhor considerar investimentos mais arriscados, porém de curto prazo.

Vale lembrar que as aplicações podem ser resgatadas seguindo a tabela do site, que, neste ano, vai até 2055, dividindo-se em Tesouro Prefixado, Selic e IPCA — atrelado à inflação.

Como calcular o rendimento?

Qual é o rendimento do Tesouro Direto? Antes de entender como é feito o cálculo, saiba que ele conta com títulos atrelados à inflação (IPCA) e a taxa básica de juros (Selic). Essa aplicação também conta com rendimento prefixado — determinado em contrato.

Dependendo do tipo de título público que você escolher, os rendimentos irão mudar. Com o Tesouro IPCA, por exemplo, os retornos variam de acordo com a inflação, mas ainda há uma garantia com uma parte prefixada. Veja, abaixo, a rentabilidade em cada caso.

Tesouro Selic:

Indexado à taxa Selic, esse é único título público em que os rendimentos estão atrelados, diretamente, à taxa básica. Ele promete um retorno equivalente a Selic, além de possibilitar o resgate, antes do vencimento, com perdas mínimas;

Tesouro IPCA

Classificado como híbrido, a rentabilidade desse investimento é dividida em uma parte fixa e outra variável. Por exemplo, uma taxa fixa de 4% + o valor da inflação;

Tesouro Prefixado

Ao contrário das modalidades acima, o prefixado estipula uma porcentagem por ano, que deve ser incidida independente das condições do mercado. Isso quer dizer que se você assinar um contrato que diz que a sua aplicação renderá 5% ao ano, anualmente, você terá esse retorno.

Quando o Tesouro Direto é a melhor opção?

Se você está em busca de um investimento com rentabilidade conhecida e que tenha a mesma segurança da caderneta de poupança, investir no Tesouro Direto é a resposta certa para você.

Por ser um título cedido pelo governo, ele transmite segurança para quem quer começar a investir. A possibilidade que o Estado quebre e não consiga te pagar é baixa, por isso, ele está, cada vez mais, substituindo a poupança.

Caso você não tenha grandes quantias de capital, não se preocupe. Os valores de aplicações são baixos e podem ser feitos depósitos mensais. Se quer saber mais, no site do Tesouro Direto, você pode usar o simulador e conferir outras informações.

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